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Funcionários de Furnas protestam contra conselheiros indicados (Tribuna da Imprensa, 17/02/09)

Cerca de 500 funcionários de Furnas Centrais Elétricas paralisaram as atividades e fecharam a entrada da empresa ontem por duas horas em protesto às pressões internas sobre o Conselho Deliberativo do Fundo Real Grandeza para que sejam mudados o presidente do Fundo, Sérgio Ferraz Pontes e o diretor de investimentos Ricardo Gurgel. Em nota oficial emitida na quinta-feira passada, a assessoria de imprensa de Furnas alegou problemas de relacionamento com a direção do fundo como justificativa para o pedido de substituição de ambos.

As pressões já haviam ocorrido na época do então presidente de Furnas, Luiz Paulo Conde (PMDB), mas não tinham voltado à tona desde que o atual presidente Carlos Nadalluti - também indicado pelo PMDB - assumiu no final de 2008.



Japão vive pior crise econômica desde a Segunda Guerra Mundial (Jornal do Brasil, 17/02/09)

Tóquio - A economia do Japão está atravessando sua pior crise desde o final da guerra, afirmou nesta segunda-feira o ministro de Política Econômica e Orçamentária, Kaoru Yosano, após divulgação de cifras que revelam que o país sofre a maior contração em 35 anos.

- Esta é a pior crise desde o final da guerra. Não resta dúvidas- declarou Yosano à imprensa.

Segundo cifras oficiais divulgadas nesta segunda-feira, a economia japonesa sofreu no quatro trimestre de 2008 a pior contração desde 1974, com uma queda de 12,7% do Produto Interno Bruto.


GM estende medidas de reestruturação à Europa (Folha de São Paulo, 17/02/09)

O montadora americana GM (General Motors) indicou nesta segunda-feira que pretende estender suas medidas de reestruturação para a Europa devido à severidade da desaceleração econômica.

A filial europeia da GM quer reduzir os custos para compensar a grave desaceleração da economia local, onde o mercado de automóveis vem enfrentando uma "queda dramática" que pode demorar anos para se resolver, destacou o grupo em um comunicado.


Verdades e mentiras sobre os transgênicos (da Radioagência NP, 16/02/2009)

O uso de transgênicos pode ser a solução para acabar com a fome no Mundo. A idéia foi defendida pelo vice-presidente da Monsanto, Jerry Steiner, em entrevista recentemente cedida ao jornal espanhol El País. O empresário defende a imagem da empresa, afirmando que a Monsanto é uma entidade preocupada com o meio-ambiente, e ressalta que os agricultores de todo mundo utilizam as sementes transgênicas por opção e não porque são forçados a isso.

Em entrevista à Radioagência NP, dois especialistas no assunto respondem sobre alguns mitos dos transgênicos utilizando como base as repostas dadas por Jerry Steiner. O assessor técnico da Assessoria e Serviços a Projetos em Agricultura Alternativa (Aspta), Gabriel Fernandes, e o professor do instituto de sociologia da Universidade Johannes-Kepler de Linz (Áustria), Antonio Andrioli, tiveram a missão de rebater os argumentos dados pelo empresário.


Justiça solta acusado de mandar matar Dorothy Stang (Tribuna da Imprensa, 17/02/09)

Brasília - O Tribunal Regional Federal do Distrito Federal (TRF-DF) concedeu ontem habeas-corpus ao fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, o Taradão, acusado de mandar matar a missionária americana Dorothy Stang, em crime cometido em fevereiro de 2005. Por dois votos a um, o TRF-DF concedeu liberdade a Galvão, que por meio de grilagem tomou posse de uma área pública de 3 mil hectares, cenário de um conflito de terra que teve como desfecho a morte de Dorothy.

Galvão estava preso desde dezembro de 2008, acusado de grilagem e estelionato. Com a decisão de ontem, o acusado responderá ao inquérito em liberdade. Segundo a assessoria do TRF-DF, a previsão é de que a Polícia Federal ainda leve dois meses para concluir as investigações.

Essa é a segunda vez que Galvão consegue habeas-corpus. Em 2006, o Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu o benefício depois de o fazendeiro passar um ano preso durante as investigações da morte da missionária.

Além das acusações por grilagem e pelo assassinato de Dorothy, o fazendeiro responde a ações por trabalho escravo, crimes ambientais e fraudes contra a Sudam (Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia).





 

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