NOTICIAS SETOR ELÉTRICO

Notícias Fevereiro
08/02/2018

Regulação e Reestruturação do Setor

1 GESEL: "Curso de Conhecimentos Básicos de Engenharia para o Setor Elétrico"

Com palestra do professor Djalma Falcão, da COPPE/UFRJ (com o tema "Planejamento e Operação do Sistema Elétrico Interligado"), foi encerrado nesta quarta-feira (07/02) o "Curso de Conhecimentos Básicos de Engenharia para o Setor Elétrico", que teve como publico alvo os novos pesquisadores do GESEL. Com duração de três dias o curso, que já havia sido realizado em 2017, é dividido em três módulos: 1) Conceitos Básicos; 2) Geração de Energia Elétrica; 3) Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica. (GESEL-IE-UFRJ - 08.02.2018) 

2 Mudança no rateio da inadimplência do MCP gera questionamentos do mercado

A proposta de mudança no rateio da inadimplência no mercado de curto prazo que a Aneel apresentou em audiência pública no ano passado é rejeitada pela maioria das associações e empresas representadas nas discussões. O mercado considera a alteração da regra inoportuna e afirma que ela está contaminada pela conjuntura de disputa em torno de valores elevados, que estão suspensos por decisão judicial. Os débitos não pagos na liquidação do MCP chegam a R$ 7,5 bilhões, dos quais R$ 6 bilhões estão relacionados ao risco hidrológico de usinas com contratos no mercado livre e R$ 1,5 bilhão a outros débitos não quitados. O diretor, Tiago Correia, garantiu que não há urgência na aprovação da nova regra, porque ela não pode ser aplicada antes que se encontre uma solução para os débitos dos geradores com o risco hidrológico. A agência sugere que o rateio seja proporcional à quantidade de votos de cada associado da CCEE. Uma vez apurados os débitos em aberto a CCEE informa ao mercado os valores a serem pagos proporcionalmente por todos os associados e faz a retenção de créditos. O processo dispensa a necessidade de ajustes nas contabilizações seguintes, evita a postergação do recebimento de créditos e a contaminação dos índices apurados de valores mensais não quitados. Finalizada a liquidação, as dívidas serão tratadas bilateralmente, e os encargos repassados aos credores. A agência defende o mesmo tratamento para pagamentos suspensos por decisão judicial e para débitos não quitados na data estabelecida, porque ambos oneram os credores. Outro ponto incluído na discussão é a cobrança em separado dos ESS. (Agência Canal Energia - 06.02.2018) 

3 Abradee: solução estrutural para atacar as causas da inadimplência é necessária

O presidente da Abradee, Nelson Leite, disse que é necessária uma solução estrutural para atacar as causas da inadimplência [no mercado de curto prazo]. Ele deu como exemplo o aperfeiçoamento dos mecanismos de garantias financeiras. A medida foi defendida por outros participantes da reunião. O diretor técnico da Abraceel, Alexandre Lopes, lembrou que há convergência no posicionamento do setor contra o rateio da inadimplência por voto, a bilateralização dos valores não pagos, a liquidação em separado do ESS. Lopes destacou que poucos agentes são favoráveis às alterações propostas e afirmou que o momento não é o melhor para se discutir mudanças. Relator do processo, o diretor da Aneel negou que as dívidas na liquidação passem a ser bilaterais. Ele explicou que a inadimplência continuará a ser dividida entre todos os participantes da CCEE. (Agência Canal Energia - 06.02.2018) 

4 Aneel: Grupo de Trabalho divulga proposta de resolução sobre fiscalização e penalidades 

O Grupo de Trabalho da Aneel responsável pela análise das contribuições recebidas na segunda etapa da Audiência Pública 77/2011, que trata do processo de Revisão da Resolução Normativa nº 63/2004, disponibiliza a minuta de norma que será levada para deliberação da Diretoria. A norma define os procedimentos, parâmetros e critérios para a imposição de penalidades aos agentes do setor elétrico e dispõe sobre diretrizes gerais da ação fiscalizadora da Agência. A proposta de revisão colocada em audiência tem como foco uma fiscalização mais preventiva e orientativa e traz diversas inovações, entre elas a adoção de processos de monitoramento e controle, a redefinição dos limites percentuais dos grupos de multas, a reavaliação da posição relativa dos tipos infracionais e a alteração na base de cálculo das multas, entre outros aperfeiçoamentos. A segunda fase da audiência recebeu 876 contribuições de 40 instituições representativas de geradores, transmissores, distribuidores, associações e entidades setoriais. Os períodos de contribuições foram, na primeira fase, de 15/12/2011 a 15/2/2012 e, na segunda, de 17/12/2015 a 25/4/2016. (Aneel - 08.02.2018) 

5 CCEE: Liquidação Financeira do MCP movimenta cerca de R$ 2 bilhões em dezembro

A CCEE finalizou nesta quarta-feira a liquidação financeira do MCP referente a dezembro de 2017, que movimentou R$ 1,97 bilhão dos R$ 9,49 bilhões contabilizados. Do valor não pago, R$ 6,04 bilhões (64%) estão relacionados com liminares de risco hidrológico (GSF) no mercado livre e R$ 1,48 bilhão representa outros valores em aberto na liquidação. É importante ressaltar que os agentes amparados por decisões que determinam a incidência regular das normas vigentes perceberam adimplência de 17% e os agentes que possuem decisões judiciais vigentes para não participar do rateio da inadimplência, oriunda de liminares do GSF, perceberam adimplência próxima de 84%. Após a operacionalização dessas decisões judiciais, os demais agentes credores, ou seja, aqueles que não possuem liminares relacionadas ao rateio da inadimplência, perceberam adimplência próxima de 10%. A CCEE reforça que tem atuado na esfera jurídica para garantir o tratamento isonômico de todos os agentes e a aplicação das regras de comercialização. Ao mesmo tempo, permanece aberta ao diálogo com os agentes e instituições do setor para encontrar uma solução de consenso para a judicialização no mercado. A operação, realizada pela CCEE, envolveu 7.612 agentes, sendo 1.147 devedores e 6.465 credores. (CCEE - 07.02.2018) 

6 CCEE: Conta Bandeiras movimenta cerca de R$ 139 mi em dezembro

A CCEE finalizou nesta quarta-feira a liquidação financeira referente à Conta Bandeiras. A liquidação referente aos recursos de bandeiras tarifárias na contabilização de dezembro de 2017 movimentou R$ 139.450.855,45. A operação considerou o pagamento de 71 distribuidoras e permissionárias devedoras na Conta no valor de R$ 102.402.390,53, e o pagamento do prêmio de risco hidrológico no valor de R$ 33.557.615,03 aportados por dezesseis agentes. Os recursos arrecadados foram repassados pela Conta Bandeiras a 22 distribuidoras credoras, conforme estabelecido no Despacho SGT/ANEEL nº 242/2018. Eventuais valores de inadimplência serão inseridos na liquidação do mês subsequente. Mensalmente, a Aneel define como deve se dar o rateio dos recursos arrecadados com a cobrança das bandeiras tarifárias nas contas de luz e do prêmio de risco hidrológico entre as concessionárias e permissionárias de distribuição, sendo a CCEE responsável por essa Operacionalização. (CCEE - 07.02.2018) 

7 Receitas de hidrelétricas em regime de cotas terá nova rodada de debates

A diretoria Aneel decidiu na última terça-feira, 6 de fevereiro, abrir a segunda fase da Audiência Pública nº 16/2017, a fim de debater a metodologia para inclusão de adicional de receita associada a melhorias na Receita Anual de Geração das usinas hidrelétricas em regime de cotas que tiveram suas concessões prorrogadas em função da Lei nº 12.783/2013. No total, 35 usinas passarão por revisão da RAG em 1º de julho de 2018, além das usinas Rio dos Patos e Sobradinho, que passarão por revisão de RAG em 1º de julho de 2019 e 9 de fevereiro de 2022, respectivamente. A RAG é composta por custos operacionais, melhorias e encargos setoriais. A RAG atual está calculada em R$ 47,58/MWh e a proposta prevê elevar essa receita para R$ 52,71/MWh. Pelos cálculos da agência reguladora, o efeito médio de aumento nas tarifas dos consumidores finais estimado é de 0,52%. Segundo o relator do processo, o diretor Tiago Correia, a transição para o regime de cotas reduziu a disponibilidade de caixa das empresas para realização de investimentos. A Aneel identificou deterioração na qualidade do serviço prestado pelas usinas desde a entrada no regime de cotas, associando, dentre outros fatores para essa queda, a falta de recursos por parte das usinas para investir. (Agência Canal Energia - 07.02.2018)

8 Agenda Setorial 2018 debate reformas e perspectivas 

Estão abertas as inscrições para o Agenda Setorial 2018 - Reforma Setorial e Perspectivas, que será realizado no próximo dia 22 de março, no Centro de Convenções Sul América, no Rio de Janeiro. O Agenda Setorial marca a abertura do calendário de eventos 2018 do Grupo CanalEnergia. A edição deste ano tem por objetivo debater sobre assuntos referentes ao planejamento, a regulação, a operação e o mercado, junto aos órgãos da governança do setor Temas como o balanço do período úmido, perspectivas de contratação, ajustes setoriais, GSF, mercado livre, tarifa branca, meteorologia e clima e evolução de preços não ficarão de fora. Para participar dos debates, foram convidados nomes como Luiz Eduardo Barata, Diretor Geral do ONS; Luiz Augusto Barroso, Presidente da EPE; João Carlos Mello, Presidente da Thymos Energia; Rui Altieri, Presidente do Conselho de Administração da CCEE; e Tiago Barros, diretor da Aneel. No dia seguinte, acontece no mesmo local a nona edição do Workshop PSR/CanalEnergia, onde a PSR apresenta, de forma sistematizada, uma análise das questões mais relevantes para o momento atual do setor. (Agência Canal Energia - 07.02.2018)


9 Aneel: aprovada a unidade de PCH para operação comercial no MS

A Aneel aprovou para operação comercial a unidade geradora UG1, de 14 MW, da pequena central hidrelétrica Verde 4A, a partir de 7 de fevereiro, mesma data da publicação do despacho do DOU. A usina está localizada nos municípios de Água Clara e Ribas do Rio Pardo, ambos no Mato Grosso do Sul. Já a CGH Mario Fett, localizada em Joaçaba, Santa Catarina, foi autorizada pela Aneel para operar em regime de testes à unidade UG4, de 720 kW. (Agência Canal Energia - 07.02.2018) 

 

Empresas

1 Eletrobras: Valores referentes à privatização entra em análise pelo TCU

O ministro do TCU Vital do Rêgo pediu à área técnica do órgão que realize uma auditoria no processo de privatização da Eletrobras. O objetivo é verificar se o valor previsto de arrecadação para o Tesouro (R$ 12,2 bilhões) é condizente diante do tamanho da empresa. O ministro também quer saber se o tempo em que o governo pretende concluir esse processo e as demais privatizações programadas para 2018 é suficiente para que o TCU fiscalize adequadamente. O modelo de privatização da Eletrobras, encaminhado pelo governo ao Congresso Nacional, será por meio de aumento de capital mediante subscrição pública de ações, sem que a União acompanhe, sendo sua participação diluída ao ponto de perder o controle. Dessa forma, a Eletrobras se tornaria uma corporação sem controlador definido. O dinheiro arrecadado com a capitalização deve ser dividido entre o Tesouro [cuja previsão colocada no Orçamento é de R$ 12,2 bilhões], um fundo setorial e com a própria Eletrobras. "Por óbvio, a estipulação de um valor mínimo de venda depende de estudos técnicos e financeiros relacionados à atividade da empresa, bem como a expectativa de lucro que ela pode gerar, entre outros parâmetros. Contudo, minha assessoria levantou informações contábeis da Eletrobras e apurou que, em 30/9/2017, a estatal possuía R$ 171,35 bilhões a título de ativo total e R$ 46,83 bilhões de patrimônio líquido", considerou o ministro, em comunicado apresentado no plenário do TCU. (O Globo - 07.02.2018) 

2 Eletrobras: José Carlos Aleluia, do DEM, deverá fazer alterações no texto da PL de privatização referente ao Cepel

O deputado José Carlos Aleluia deve fazer alterações na parte que trata do Cepel no projeto de lei que privatiza a Eletrobras. Na última terça-feira, 6 de fevereiro, o diretor geral do Cepel, Marcio Szechtman, se reuniu com o deputado. Na ocasião, o parlamentar disse que vai dar ao próprio centro a oportunidade de apresentar uma proposta que posa ser inserida. O PL apresentado pelo governo assegura que o Cepel será mantido por quatro anos após a privatização. Aleluia considera que o texto não é satisfatório quando trata do setor de pesquisa e antecipou que vai apresentar uma alteração significativa no tema. Segundo ele, o que há no PL não é satisfatório quando trata do setor de pesquisa e não se pode ignorar a importância de termos no Brasil um centro de pesquisa de excelência que contribua para o desenvolvimento tecnológico do setor elétrico. (Agência Canal Energia - 07.02.2018)

3 CPFL Energia: Projeção de crescimento para áreas não reguladas no mercado livre

As áreas não reguladas da CPFL Energia [eficiência energética, geração distribuída e comercialização de energia no mercado livre] respondem hoje por cerca de 6% do resultado antes de lucros, impostos, depreciação e amortização da companhia, mas a tendência é de um forte crescimento, disse Fabiana Avellar, Gerente de Inteligência de Mercado da empresa. Segundo Fabiana, a ideia da companhia é estar posicionada para capturar as oportunidades que o desenvolvimento tecnológico vai oferecer no futuro. Na área de comercialização de energia, a expectativa é de estabilidade no faturamento neste ano, devido ao crescimento acelerado nos últimos anos. Segundo Daniel Marrocos, presidente da CPFL Brasil as rodadas do mecanismo de compensação de sobras e déficits permitiram que contratos de energia incentivada do mercado regulado migrassem para o livre, dando um fôlego extra para a migração dos consumidores especiais. Além disso, ele vê um potencial de crescimento de 5% no consumo resultante de novos clientes, chegando a um total de até 10% no ano. Na parte de distribuição, o ideal é haver uma gestão com remuneração adequada. Na área de eficiência energética e geração distribuída, a CPFL atua com clientes de baixa tensão por meio da empresa Envo, e também mira crescer com clientes grandes com a CPFL Eficiência. (Valor Econômico - 07.02.2018) 

4 CPFL Eficiência: oportunidades de projetos de eficiência e geração distribuída hoje em terminais portuários e shoppings 

Para Pablo Becker, diretor-executivo da CPFL Eficiência e da Envo, há muitas oportunidades de projetos de eficiência e geração distribuída hoje em terminais portuários e shoppings, que já estão negociando com a companhia. Segundo ele, como clientes menores não conseguem emitir dívida, a própria CPFL faz isso, aproveitando de sua boa qualidade de crédito no mercado, e financia os projetos. Enquanto os grandes consumidores têm um atendimento diferenciado para suas necessidades, a tendência é que a companhia passe a oferecer produtos mais padronizados para os de menor demanda, o que ajuda a reduzir os custos. Outra questão que ajuda a baixar os custos é o uso da tecnologia, que permite o atendimento remoto aos clientes, com monitoramento das plantas de geração distribuída, por exemplo. (Valor Econômico - 07.02.2018)

5 Celesc: Aumento no consumo em 6,2% na área de concessão no último semestre de 2017

O consumo total de energia na área de concessão da elétrica catarinense Celesc, somados mercado regulado e livre, cresceu 6,2 por cento no quarto trimestre de 2017, na comparação com o ano anterior, para 5.902,2 GWh, informou a companhia em comunicado nesta quarta-feira. No acumulado do ano de 2017, o consumo foi de 23.991 GWh, avanço de 4,5 por cento sobre 2016. Todos os segmentos apresentaram crescimento, com destaque para o rural, com alta de 7,4 por cento, e o industrial [+5,7 por cento]. Conforme a empresa, o mercado cativo apresentou expansão de 1,9 por cento no último trimestre de 2017, com consumo total de 3.785 GWh. No fechado de 2017, contudo, houve recuo de 3,8 por cento, para 15.603 GWh. Já a demanda dos consumidores livres na região da Celesc cresceu fortemente, com alta de 24,6 por cento no ano, para 8.376 GWh. No quatro trimestre a expansão desses consumidores, que negociam contratos diretamente com geradores e comercializadoras, foi de 14,7 por cento, para 2.114 GWh. (Reuters - 07.02.2018) 

6 Energisa MS: Revisão tarifária será discutida amanhã em audiência pública

A Aneel realiza nesta quinta-feira, 08/02, sessão presencial da audiência pública que discute a Quarta Revisão Tarifária Periódica da concessionária Energisa Mato Grosso do Sul (EMS), a vigorar a partir de 8 de abril de 2018. A sessão será realizada em Campo Grande no Auditório do SEBRAE, localizado na Av. Mato Grosso, 1661, Centro, a partir das 14h. Os valores submetidos à audiência pela ANEEL consistem em uma proposta preliminar de 8,41% na conta dos consumidores residenciais (B1) da Energisa Mato Grosso do Sul. Para as indústrias, a proposta é de reajuste de 11,82%. Os índices finais somente serão conhecidos quando o assunto for deliberado pela Diretoria da Agência em Reunião Pública Ordinária. Haverá sessão presencial para discutir o assunto no dia 8/2/18, em Campo Grande, em local e horário a serem divulgados pela Agência. A revisão tarifária está prevista nos contratos de concessão e tem por objetivo obter o equilíbrio das tarifas com base na remuneração dos investimentos das empresas voltados para a prestação dos serviços de distribuição e a cobertura de despesas efetivamente reconhecidas pela ANEEL. A audiência também discutirá a qualidade do serviço e os limites dos indicadores de continuidade DEC e FEC dos conjuntos da EMS estipulados para o período de 2019 a 2023. (Aneel - 07.02.2018) 

7 Eneva: Liquidação de dívidas da Itaqui é antecipada

A Eneva informou que sua controlada, Itaqui Geração de Energia, realizou a liquidação antecipada do saldo devedor atualizado das parcelas de seu contrato de financiamento junto aos bancos Votorantim e Bradesco. Esses acordos referem-se ao repasse de recursos do BNDES no valor total de R$ 306,8 milhões (R$ 156,6 milhões ao custo de TJLP acrescido de 4,8% ao ano e R$ 150,2 milhões ao custo de IPCA acrescido de 12,1% ao ano). De acordo com fato relevante publicado no site da CVM na última terça-feira, 06 /02, a empresa apontou que parte dos recursos para a quitação da dívida de Itaqui são oriundos do desembolso de R$ 162,3 milhões relativos à segunda tranche da 2ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, para distribuição com esforços restritos de colocação, com custo de 100% do CDI acrescido de 2,95% ao ano e vencimento em 05 de dezembro de 2024 de Parnaíba III Geração de Energia. Essas Debêntures serão amortizadas em 12 parcelas semestrais consecutivas, a partir de junho de 2019. (Agência Canal Energia - 07.02.2018) 

8 CPFL Paulista: Investimento de R$435 mil em equipamentos de geração modernos

A CPFL Paulista investiu R$ 435 mil na troca dos equipamentos de bombeamento e tratamento de água do Sistema Autônomo de Água e Esgoto de Amparo (SP). A substituição por modelos novos e mais eficientes proporcionará uma economia de 187,36 MWh ao ano, energia suficiente para abastecer 78 residências com o consumo de 200 KWh/mês. A iniciativa, financiada com recursos do Programa de Eficiência Energética da Aneel, prevê a substituição de bombas mais antigas por equipamentos mais novos e de alto rendimento. O projeto, que prevê uma redução de demanda de 70,67 kW no horário de ponta, irá beneficiar toda a população de Amparo, que hoje está em torno de 69 mil habitantes. Com a diminuição do consumo de energia elétrica, o projeto também contribui para o meio ambiente, pois, somente com a troca dos equipamentos, é possível evitar a emissão de 13 toneladas de CO2. De acordo com o gerente de Eficiência Energética da CPFL Energia, Felipe Henrique Zaia, a missão da CPFL, como empresa que tem a sustentabilidade como um de seus princípios, é promover o consumo inteligente e eficiente de energia. Segundo ele, por este motivo ela desenvolve projetos e obras de eficiência energética como este, que ajudam a disseminar a cultura do consumo racional em toda a sua área de atuação. (Agência Canal Energia - 07.02.2018)

9 EDP Brasil: Anunciado novo Diretor de Comercialização e Gestão de Clientes

A EDP Brasil anunciou o nome do novo Diretor de Comercialização e Gestão de Clientes. Pedro Kurbhi será responsável pelas equipes da mesa de operações, comercialização com grandes clientes e comercialização varejista. Sua gestão será baseada nos pilares de relacionamento com o mercado, inovação e satisfação dos clientes finais. "É um grande privilégio liderar as operações da comercializadora e acompanhar a sua evolução nos últimos anos", afirmou Kurbhi. "Em 2017 o volume de energia comercializada totalizou 17.804 GWh no ano e 5.825 GWh no 4° trimestre, aumento de 37,2% e de 45% respectivamente. Nossa meta para 2018 é manter o crescimento consistente da Comercialização", completou. (Agência Canal Energia - 07.02.2018)

 

Oferta e Demanda de Energia Elétrica

1 Níveis dos reservatórios pelo Brasil

Os reservatórios do Sudeste/Centro-Oeste apresentaram crescimento de 0,4% nos níveis em relação ao dia anterior e se encontram com 32,8% da capacidade, segundo dados do ONS relativos a última terça-feira, 6 de fevereiro. A energia armazenada está em 66.686 MW mês e a energia afluente em 79% da MLT. Furnas trabalha com 22,66% da capacidade e a usina Serra da Mesa, com 12,11%. Na região Norte os níveis aumentaram consideravelmente em 1,7%, deixando os reservatórios com 37,7% da capacidade. A energia armazenada chegou a 5.674 MW mês e a ENA ficou em 58% da MLT. A hidrelétrica Tucuruí se encontra com 60,9% da capacidade. O Nordeste do país registrou elevação de 0,2% nos níveis e os reservatórios se encontram com 18,6% da capacidade. A energia armazenada ficou em 9.653 MW mês no dia e a energia afluente está em 29% da média de longo termo armazenável acumulada no mês. A hidrelétrica Sobradinho apresenta 14,11% da sua capacidade. Já no submercado Sul não houve alterações nos níveis, e os reservatórios operam com 83,3% da capacidade. A energia armazenada no dia ficou em 16.748 MW mês e a energia afluente está em 128% da MLT. A usina de Passo Fundo opera com 73,45% da capacidade. (Agência Canal Energia - 07.02.2018) 

2 CMSE: Armazenamento esperado para fevereiro subsistemas do SIN

O mês de janeiro encerrou com chuvas inferiores à média histórica para o período na maior parte do Brasil, e a energia armazenada nos reservatórios equivalentes ficou em 31,3% nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, 81,9% no Sul, 17,8% no Nordeste e 32,3% no norte do país. O armazenamento esperado para o fim de fevereiro é de 39,9% (SE/CO), 78,8% (Sul), 23,7% (NE) e 49,1% (Norte), baixo para essa época do ano em três dos quatro subsistemas elétricos. Os números foram apresentados na reunião mensal do CME, realizada no MME nesta quarta-feira, 7 de fevereiro. Segundo o CMSE, o risco de qualquer déficit de energia esse ano 2018 é 0,3% no Sudeste/Centro-Oeste e de 0,1% no Nordeste consideradas as simulações do programa computacional Newave. Pela média histórica de vazões, o risco de faltar energia nos dois subsistemas até dezembro é de 0%. Em fevereiro, a previsão para os próximos sete dias é de volumes maiores nas bacias dos rios São Francisco, Tocantins e Xingu,que podem ficar pouco acima da média. No Sul e na bacia do rio Paranapanema deve chover abaixo dos valores médios, e nas bacias dos rios Grande, Paranaíba e Madeira as precipitações devem ficar na média. Na semana seguinte as chuvas devem ser inferiores aos valores históricos no São Francisco e Tocantins, e próximo da media nas demais bacias do SIN. (Agência Canal Energia - 07.02.2018)

3 CMSE: Chuvas esperadas para janeiro ficam abaixo da média histórica na maior parte do país

As chuvas em janeiro, aguardadas pelo setor elétrico para ajudar na reposição do nível dos reservatórios das hidrelétricas, foram inferiores à média histórica na maior parte do país, informou ontem o CMSE. As informações, apresentadas em reunião do comitê, indicaram que somente a região Sul registrou precipitações acima da média. Ao avaliar as condições de suprimento elétrico do país, o CMSE observa o comportamento das chuvas que abastecem os reservatórios, em termos de ENA bruta. Em janeiro, o setor registrou os percentuais de 96% no Sudeste/Centro-Oeste, 191% no Sul, 36% no Nordeste e 62% no Norte. Com as chuvas de janeiro, o nível dos reservatórios das hidrelétricas atingiu os valores de 31,3% (Sudeste/Centro-Oeste), 81,9% (Sul), 17,8% (Nordeste) e 32,3% (Norte). Os valores esperados no fim de fevereiro são 39,9% no Sudeste/Centro-Oeste, 78,8% no Sul, 23,7% no Nordeste e 49,1% no Norte. O risco de déficit de energia no sistema elétrico em 2018 é de 0,3% para o subsistema do Sudeste/Centro-Oeste e 0,1% para Nordeste. (Valor Econômico - 08.02.2018) 

4 Ocorrência em SE da Chesf interrompe 162 MW de carga no Sul da Bahia

O desligamento automático às 18h23min dos barramentos de 138 kV e 230 kV da SE Eunápolis, de propriedade da Chesf, ocorrido na última terça-feira, 6 de fevereiro, na Bahia, levou a interrupção de 162 MW de carga da Coelba, em Eunápolis. A cidade fica localizada na região Sul do estado. De acordo com o ONS, a normalização foi iniciada às 18h38min e terminou às 18h43min. (Agência Canal Energia - 07.02.2018)

 

Energias Renováveis

1 Paraná: Microgeradores terão consórcio para geração de energia solar

O governador do Paraná, Beto Richa, reuniu-se com a representante da Companhia Aeroespacial Chinesa, Flora Wei; o presidente da FAAD Consultoria e Planejamento, Fernando Augusto Filho; e o prefeito de Palmeira, Edir Havrechaki, para discutir a viabilidade de instalação de três usinas fotovoltaicas no município de Palmeira, nos Campos Gerais. O investimento privado inicial da primeira usina será de US$ 8 mi, com a geração de 200 empregos diretos. O Paraná será o primeiro estado a abrigar o modelo de consórcio de empresas e Mini GD, onde cada pessoa pode produzir sua própria energia. As usinas aproveitarão a luz solar para converter em energia elétrica a ser comercializada com empresas interessadas, distribuída pela Copel. Durante o encontro, Richa destacou a importância de incentivar esse modelo energético para o meio ambiente e para suprir a demanda crescente de energia. O Grupo conta com empresários chineses e alemães intermediados pela FAAD Consultoria e Planejamento. Para o prefeito Edir Havrechaki, a instalação de uma empresa deste porte significa um avanço para a economia do município. A usina será instalada em terreno de 113 mil m², cedido pela prefeitura, e produzirá até 7.3 MW de energia em períodos de 8 a 12 horas de funcionamento. A energia produzida pelos painéis solares atenderá exclusivamente as indústrias do Paraná. Essa será a primeira usina de um projeto de construção de outras duas, e ao longo de 2 anos espera-se um investimento de US$ 300 milhões, com a criação de 450 empregos ao final do projeto. (Ambiente Energia - 07.02.2018) 

2 Bolívia: Brasil aposta nas energias renováveis para crescer

Apesar de ter grandes reservas de hidrocarbonetos e emergir lentamente da recessão, o Brasil se concentra no crescimento do seu setor de energia e nas energias renováveis como a chave de sua estratégia e tenta atrair investidores através de projetos mais ecológicos de energia. A Câmara boliviana de hidrocarbonetos e energia (CBHE) em seu relatório sobre o Brasil e seu compromisso com as energias verdes, destaca que o Brasil, o principal comprador de gás na Bolívia, sai da pior recessão de sua história e busca atrair investidores para o setor de energia, não só para a exploração de hidrocarbonetos, mas também para projetos de energia ecológica. A revista Petróleo y Gas afirma que, de acordo com a Agência Internacional de Energia, o Brasil injetou 9 GWTTS de capacidade de energia renovável, um aumento de 43% em relação a 2015. "Este é um feito impressionante considerando os problemas econômicos no Brasil que levou ao cancelamento de leilões de projetos renováveis e contratos de compra de energia (PPA) no último ano, questionando o financiamento desses projetos", cita. (Bolívia - Pagina Siete - 08.02.2018)

 

Gás e Termelétricas

1 Aneel: discussão sobre contratação de térmicas no Amazonas

A Aneel abriu audiência pública para discutir com os agentes e a sociedade a contração de geração termelétrica para o atendimento da região de Manaus, de responsabilidade da Amazonas Geração e Transmissão de Energia. A Portaria do MME nº 492, de 19 de dezembro de 2017, reconheceu a necessidade de contratação de nova capacidade em locais eletricamente equivalentes aos das atuais usinas de Flores e Iranduba. Conforme a portaria a Aneel é responsável por regulamentar essa nova contratação. A proposta em audiência pública apresenta os requisitos técnicos e financeiros para essa operação, como a exigência de testes operativos e a adoção de valores de referência para o preço do combustível conforme critérios já conhecidos e regulados pela Aneel. (Agência Canal Energia - 07.02.2018)

2 Aprovado o CVU de Angra I

A Aneel aprovou na última terça-feira, 6 de fevereiro, a aplicação do CVU de R$ 31,71/MWh para a Usina Nuclear de Angra I. O despacho com a aprovação foi publicado no DOU. O valor deverá ser aplicado pelo ONS a partir da publicação. (Agência Canal Energia - 07.02.2018) 

 

Grandes Consumidores

1 Makro: Varejista investe R$ 60 mi em iluminação em projeto de eficiência energética e prevê consumo de 55%

A Makro está finalizando um investimento de R$ 60 milhões em um projeto de eficiência energética para obter uma economia de até 55% no consumo de energia, em todas as suas lojas, o correspondente a 17,5 mil megawatts-hora por ano. Em parceria com a EDP, a rede varejista vem modificando o sistema de iluminação de suas unidades e espera, com isso, diminuir os custos com eletricidade e também reduzir suas emissões. Pelos cálculos das empresas, mais de 1.431 toneladas de CO2 deixarão de ser lançadas na atmosfera por ano, o que corresponderia ao plantio de 11 mil árvores. (O Estado de São Paulo - 08.02.2018) 

 

Economia Brasileira

1 Copom: Selic é reduzida para 6,75% a.a. em decisão unânime

O Comitê de Política Monetária (Copom) cortou a taxa básica de juros, a Selic em 0,25 ponto, para 6,75% ao ano, nova mínima histórica, e sinalizou, em comunicado, que, neste momento, enxerga como mais adequada a interrupção do processo de flexibilização na reunião de março. O Copom ponderou, que essa avaliação pode mudar, levando a uma queda adicional da Selic, caso haja mudanças na evolução do cenário básico e do balanço de riscos. A decisão foi unânime e veio em linha com a expectativa do mercado. Pesquisa feita pelo Valor com 47 especialistas, mostrou 43 deles trabalhando com corte de 0,25 ponto. A ata da reunião será divulgada na quinta-feira, dia 15, às 8 horas. O Copom também manteve a avaliação de que a conjuntura econômica prescreve política monetária estimulativa, ou seja, com taxas de juros abaixo da taxa estrutural. E enfatizou que o processo de reformas e ajustes necessários na economia brasileira contribui para a queda da sua taxa de juros estrutural. (Valor Econômico - 07.02.2018)

2 IPCA: Bandeira verde compensou alta de alimentos em janeiro

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,29% em janeiro, após avançar 0,44% um mês antes, de acordo com o IBGE. É o menor IPCA para janeiro desde a criação do Plano Real, em 1994. Em janeiro de 2017, o índice de preços havia subido 0,38%. Em 12 meses, o IPCA registrou alta de 2,86%, após marcar 2,95% nos 12 meses antecedentes. Depois de três meses com classificação vermelha, a Aneel reduziu a bandeira tarifária da conta de luz em janeiro para verde, sem cobrança extra. Com isso, a energia elétrica residencial ficou 4,73% mais barata no mês, de acordo com o IBGE. Desta forma, a energia elétrica retirou sozinha 0,17 ponto percentual da inflação do primeiro mês de 2018. (Valor Econômico - 08.02.2018)

3 FGV: IGP-M aumenta 0,16% na primeira medição de fevereiro 

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) aumentou 0,16% na primeira leitura de fevereiro, depois de avançar 0,75% em mesmo intervalo do mês anterior. Os dados são da FGV. Com peso de 60% no IGP-M, o IPA subiu 0,05% na parcial de fevereiro, seguindo alta de 1,03% um mês antes. Com peso de 30%, o IPC teve alta de 0,40%, no primeiro decêndio de fevereiro, superando o aumento de 0,30% de período correspondente do mês anterior. Com os 10% restantes, o INCC passou de elevação de 0,14% na medição inicial de janeiro para 0,25% em mesmo período de fevereiro. (Valor Econômico - 08.02.2018) 

4 IPC-S tem alta de 0,70% na primeira prévia de fevereiro

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) subiu 0,70% na primeira prévia de fevereiro, depois de avançar 0,69% no fim do primeiro mês de 2018. Das oito classes de despesa componentes do índice, subiram mais entre uma pesquisa e outra Transportes (1,12% para 1,40%), Despesas diversas (0,14% para 0,20%) e Vestuário (0,34% para 0,39%). (Valor Econômico - 08.02.2018) 

5 BC: IC-Br aponta alta nos preços de commodities

As matérias-primas que têm influência sobre a inflação apresentaram alta de 0,92% em janeiro, após retração de 0,87% em dezembro. Os dados são apurados pelo BC. Em 12 meses, o Índice de Commodities Brasil (IC-Br) tem alta de 3,61%. O indicador é construído partindo dos preços das commodities agrícolas, metálicas e energéticas convertido para reais. Seu equivalente internacional, o "Commodity Research Bureau" (CRB), mostrou variação negativa de 0,49% em janeiro. Entre os três subgrupos que compõem o IC-Br, o de commodities agropecuárias (carne de boi, carne de porco, algodão, óleo de soja, trigo, açúcar, milho, arroz, café, suco de laranja e cacau) mostrou baixa de 0,65% do mês, vindo de que da 1,72%. Em 12 meses esses preços recuam 2,97%. O preço das commodities metálicas (alumínio, minério de ferro, cobre, estanho, zinco, chumbo, níquel, ouro e prata) subiu 3,3% no mês passado, após valorização de 0,47% em dezembro. A alta em 12 meses é de 15,17%. As energéticas subiram 3,59%, após elevação de 0,51% em dezembro. Em 12 meses, os preços sobem 15,7%. (Valor Econômico - 08.02.2018) 

6 Dólar ontem e hoje

O dólar comercial fechou o pregão do dia 07 sendo negociado a R$3,2756, com variação de +0,74% em relação ao início do dia. Hoje (08) começou sendo negociado a R$3,2787 - com variação de +0,09% em relação ao fechamento do dia útil anterior - e segue uma tendência de baixa, sendo negociado às 11h15 no valor de R$3,2673, variando -0,35% em relação ao início do dia. (Valor Econômico - 07.02.2018 e 08.02.2018)

 

Internacional

1 Argentina: Jujuy converterá em energia solar o sistema elétrico de cinco cidades

Seis parques solares serão construídos em três comunidades da Puna Jujeña e outras duas na região de Yungas (na Argentina), com base em um acordo assinado entre o governo de Jujuy e a concessionária de serviços elétricos da província. O acordo envolverá uma transformação tecnológica para o sistema fotovoltaico que resultará em uma redução de custos para o fornecimento de energia, substituindo as formas tradicionais e dispendiosas de obtê-lo em populações isoladas de centros urbanos e redes de distribuição centrais. O objetivo da execução das obras é a reconversão do sistema de energia dispersa na província, que atualmente cobre um total de 13 cidades, conforme explicado pelo governador Gerardo Morales, ao presidir a apresentação do novo projeto. O governador disse que o compromisso assumido pela Argentina estabelece que até o final de 2018, oito por cento da produção de energia é renovável com um objetivo de 25 por cento até 2025. (Inversor Energetico - Argentina - 07.02.2018) 

2 Bolívia: Banco Central cede prédio para pesquisa em tecnologia nuclear

O Senado boliviano sancionou o projeto de lei que aprova a transferência de terras do Banco Central da Bolívia (BCB) a favor da Agência Boliviana de Energia Nuclear (ABEN) para a construção do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Tecnologia Nuclear (CIDTN). Tem uma área de 15 hectares e está localizado na área de Parco Pata, no Distrito 8 da cidade de El Alto. De acordo com um comunicado de imprensa da Câmara dos Senadores, a cessão da terra faz parte do acordo assinado entre o governo boliviano e a Rússia sobre a cooperação na construção do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Tecnologia Nuclear em território boliviano, ratificado por Lei 788 de 28 de março de 2016. A implementação e construção do Centro de Pesquisa Nuclear implica um dos projetos mais ambiciosos do Governo e de maior importância para a cidade de Altea, afirmou o presidente da Federação dos Conselhos de Vizinhança (Fejuve), Sandro Ramírez. (Bolívia - Cambio - 08.02.2018) 

3 EUA: Setor de energia solar perde quase 10mil postos de trabalho em 2017

O setor de energia solar dos EUA perdeu quase 10 mil postos de trabalho em 2017. De acordo com relatório da organização sem fins lucrativos The Solar Foundation, Estados como Califórnia e Massaschusetts tiveram a maior perda. Foi a primeira vez que o nível de emprego no setor diminuiu desde 2010, quando a Solar Foundation começou a analisar dados na área. Em todo os EUA, o nível de emprego caiu 3,8% para 250.271 postos de trabalho em 2017, contra 260.077 postos em 2016. Quedas em instalações solares para residências e empresas, assim como tarifas a painéis solares importados são responsáveis pela queda, diz o relatório. (Valor Econômico - 08.02.2018)

4 A companhia elétrica de Colau começa a operar 

A empresa de comercialização elétrica da Câmara Municipal de Barcelona começou a operar em 1º de fevereiro e, por enquanto, gerencia 45 MW gerado pelo próprio Consistório, graças à instalação de painéis fotovoltaicos em pérgulas e edifícios oficial. A empresa pública foi nomeada como Barcelona Energía e, no momento, só gerencia a energia elétrica que produzem, embora o objetivo seja que em julho, tanto os edifícios municipais quanto a iluminação pública da cidade, deixem de confiar em eletricidade tradicional. O Conselho da Cidade de Barcelona atualmente administra e opera 41 plantas fotovoltaicas localizadas nos prédios da prefeitura, a planta de avaliação de energia de Sant Adrià del Besos e a instalação de recuperação de energia de biogás no aterro Garraf. A previsão é que, até o final do ano, até 20.000 famílias poderão contratar o Consistório para a eletricidade produzida ou comprada pela administração local. O limite de 20.000 casas é devido ao fato de que as leis de concorrência impedem uma empresa pública de atender a mais de 20% dos clientes privados. Eloi Badia, conselheiro da Presidência, salientou ontem a importância de recuperar a gestão pública da energia: "É um serviço básico e os interesses de alguns não podem prevalecer sobre o interesse geral". (El País - Espanha - 07.02.2018)



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