A maior companhia de energia elétrica da América do Sul enfrenta grandes desafios desde a privatização em 2022. Apesar de cortes de custos e avanços pontuais, a experiência mostra os riscos de entregar um setor estratégico a interesses privados:
Burocracia fragmentada e ativos incomuns (hotéis, aeroporto, cinema) dificultam a gestão;
O governo precisou ampliar sua participação no conselho, mostrando que a privatização não garante autonomia nem estabilidade;
Dividendos oscilantes e pressão por resultados de curto prazo demonstram que os interesses privados nem sempre coincidem com o desenvolvimento nacional;
Investimentos estratégicos continuam sujeitos a riscos econômicos e financeiros.
💡 Reestatizar a Eletrobras é garantir energia acessível, investimentos consistentes e controle estratégico sobre um setor vital para o país.
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