O julgamento no STF sobre o acordo entre a União e a antiga Eletrobras foi suspenso com um placar parcial de 5×4, evidenciando a forte divisão entre os ministros.
A interrupção ocorre justamente no momento em que um voto pode definir os rumos da governança da companhia e o alcance do poder de voto da União. Com isso, o desfecho deve ficar para 2026, mantendo um tema central para o setor elétrico em aberto por mais alguns meses.
A suspensão prolonga a incerteza regulatória e reforça a importância de acompanhamento técnico contínuo por parte de agentes públicos, privados e do mercado de energia.
A ASEF seguirá monitorando os próximos passos e seus impactos para o setor.